Venho através desse contado manifestar minha indignação, sou assistente social recém formada. E Quando tento ingressar no meu primeiro emprego é essa injustiça que acontece.
Estou mandando para o Cress esse artigo que escrevi para o conhecimento da situação, pois nós assistentes sociais que somos a maioria empregadas por instituições públicas, devemos nos unir, para evitar que aconteça mais injustiças como essa.
Democracia, alguém sabe o que é isso? Pois bem, na Cidade de Castro não aplica-se essa conduta política. Em que século nós estamos? Onde o livre arbítrio não é reconhecido e sim perseguido.
Hoje registro minha revolta, revolta por existirem pessoas tão mesquinhas, pobres de moral e espírito. Onde seus interesses são apenas acumulo, acumulo e acumulo, de raiva, de dinheiro, de bens materiais, onde representantes não lutam pelo desenvolvimento da sociedade e dos oprimidos, mais somente pelo seu próprio desenvolvimento.
Alguém já ouviu falar em ser mandada embora do trabalho antes mesmo de começar a trabalhar? Sim, foi esse o fato ocorrido. Na quarta feira (07/07/10) fui fazer uma entrevista no Hospital Ana Fiorillo Menarim onde constava uma vaga em aberto para assistente social e é bom recordar que quem faz a contratação não é a prefeitura e sim o Hospital São Camilo. Cheguei lá, fiz uma prova, respondi mais algumas questões pessoais e depois uma entrevista. Na quarta feira mesmo, no período da tarde recebi uma ligação que havia sido escolhida, que no dia seguinte era para eu levar os documentos solicitados.
Na quinta feira fui até o hospital e levei a documentação, fui contratada, me passaram todas as atividades que seriam desenvolvidas, e ficou certo que na segunda feira eu começaria o trabalho. No período da tarde, recebo uma ligação do hospital, falando que eu estava demitida, antes mesmo de eu começar a trabalhar. A justificativa nada mais nada menos que: “Por questões políticas né, como você tinha falado você é filha da oposição”.
É nesse militarismo que se encontra a cidade de Castro, onde as pessoas são julgadas, prejudicadas, taxadas de incapaz, incompetente para exercer uma função, pois deixaram de apoiar Fulano ou por que é filha de Ciclano!
Torno Público esta redação, a fim de socializar essa injustiça.
Loraine Ribeiro Bakai
09 de julho de 2010.
(texto publicado, via email)
O texto teve repercurssão na cidade de Castro pr, os empregadores do caso acima, já falaram que abrirão um processo contra mim por citar o nome do hospital o texto.. agora eu me pergunto, quem foi o injustiçado de toda essa historia??

