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		<title>Fórum do CRESS-PR Tópico: Ipea: cobertura previdenciária sobe para 59,6% da PEA</title>
		<link>http://www.cresspr.org.br/forum/topic/33</link>
		<description>Comunidade de Assistentes Sociais do Paraná</description>
		<language>pt-BR</language>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 09:16:58 +0000</pubDate>
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			<title><![CDATA[Pesquisar]]></title>
			<description><![CDATA[Pesquisar todos os tópicos destes fóruns.]]></description>
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		<item>
			<title>Reginaldo M. L. Vileirine em "Ipea: cobertura previdenciária sobe para 59,6% da PEA"</title>
			<link>http://www.cresspr.org.br/forum/topic/33#post-59</link>
			<pubDate>sex, 02 out 2009 15:57:38 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Reginaldo M. L. Vileirine</dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">59@http://www.cresspr.org.br/forum/</guid>
			<description>&#60;p&#62;A cobertura previdenciária da população economicamente ativa (PEA) aumentou de 54,8% em 2001 para 59,6% em 2008, de acordo com análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) até o ano passado. Ou seja, pouco mais de 40% da PEA continuava sem cobertura da Previdência no ano passado. O estudo considera cobertos tanto os que recebem benefícios quanto os que contribuem.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;A ampliação na cobertura foi causada principalmente pelo crescimento do aumento dos empregados com carteira de trabalho assinada, que passaram de 22,2 milhões de pessoas em 2001 (30,4% da PEA) para 33,4 milhões de pessoas em 2008 (35,7% da PEA).&#60;br /&#62;
No período, a informalidade caiu de 35,8% para 33,2% da PEA, patamar ainda considerado alto pelo pesquisador do Ipea Leonardo Rangel, responsável pela análise de previdência. &#34;Apesar de todo o crescimento econômico e do emprego, a informalidade persiste em torno de um terço da população economicamente ativa, equivalente a 31 milhões de pessoas&#34;, afirmou.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Rangel também observou que 81,8% das pessoas com 60 anos ou mais estão cobertas pela Previdência. &#34;Apesar de ser uma cobertura excelente para um País como o nosso em comparações internacionais, podemos olhar por outro lado e dizer que um em cada cinco idosos não recebe benefício nem contribui para a Previdência. Há muito para a política pública avançar&#34;, disse o pesquisador.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Rangel afirmou que a Previdência tem desempenhado um importante papel contra a pobreza. De acordo com seus cálculos, sem o benefício, 17,394 milhões de pessoas iriam para a indigência e 20,9 milhões de pessoas passariam à pobreza. Segundo Rangel, os benefícios de um salário mínimo reduzem a desigualdade, mas considerando todos os benefícios pagos, inclusive os do funcionalismo público, há um aumento da desigualdade.&#60;/p&#62;
&#60;p&#62;Fonte:&#60;br /&#62;
O Estado do Paraná - Curitiba (PR)&#60;br /&#62;
Economia - 1/10/2009
&#60;/p&#62;</description>
		</item>

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